RESENHA - Uma pequena mentira

quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Titulo: Uma pequena mentira
Autora: K. A. Tucker
Editora: Fábrica231
Nº de Páginas: 352
Sinopse: "Livie, a mais centrada das irmãs Cleary, segurou as pontas após a morte dos pais num acidente em que Kacey, a mais velha, foi a única sobrevivente, e cuidou da irmã quando ela caiu em depressão. Aos poucos, Kacey superou seus traumas e encontrou a felicidade, enquanto Livie se dedicava aos estudos. Agora, no segundo do livro da série de sucesso Ten Tiny Breaths, K. A. Tucker joga o foco de sua envolvente narrativa sobre a caçula. Livie acaba de ingressar na tradicional Universidade de Princeton e está pronta para viver as emoções típicas de uma caloura, o que inclui frequentar as festas no campus, fazer novos amigos e encontrar um namorado bacana com quem possa tecer planos para o futuro. Ela só não esperava se envolver justamente com um cara como Ashton Henley, o capitão do time de remo com fama de garanhão. Com medo de ser apenas mais uma na lista de conquistas de Ashton, Livie tenta agir com a razão, como sempre fez. Mas até que ponto vale a pena dominar seus sentimentos por medo de se machucar? Uma pequena mentira é mais um livro da coleção"


Eu amo essa coleção <3 produzida pela Fábrica 231, selo da Editora Rocco são histórias com finais felizes e as vezes é só disso que precisamos, não é? Pois bem, para quem já acompanhou a história de Kacey, a irmã mais velha e brigona, aqui temos o oposto. O livro não se trata de uma sequência, pode ser lido separadamente sem problemas e ao menos pra mim, isso é um ponto positivo.
 Livie passou grande parte de sua vida cuidando de sua irmã mais velha que sempre esteve envolvida em problemas, mas as coisas mudaram, agora ela finalmente irá viver sua vida, chegou o tão esperado momento de ir para a universidade, e bater suas asas delicadas de maneira autônoma, tudo segue exatamente como ela sonhou, até que em sua primeira festa, onde ela também tem o seu primeiro porre, e conhece Ashton, o capitão do time de remo que rouba um beijo seu com todo o seu jeito arrogante. Obviamente ela fica envolvida, afinal o cara é lindo, sedutor, e não dá pra resistir, só há um problema, ele é comprometido, isso anula qualquer chance de romance, certo? Errado, Ash segue com suas investidas em Livie, talvez por achar graça em sua timidez, inicialmente, mas depois a coisa fica séria. O relacionamento de Ash é estranho, não parece existir amor em seu namoro, a garota mora longe, eles se veem com uma irregularidade estranha e é como se fosse um namoro forçado por alguém, e se você pensar bem, é sim. Nesse ponto sou totalmente contra qualquer envolvimento de Livie com Ash, e ele é bastante respeitoso, enquanto está namorando não força nada, apenas acompanha ela nas aulas, nas visitas ao hospital, ajuda-a com uma coisa ou outra, sempre por perto para mostrar o seu interesse. E aí você nota a sua doçura, ele é um cara introspectivo que não passa muitas informações sobre sua vida mas que você nota que algo não está certo, mas em momento algum ele deixa de priorizar Livie ou o seu bem estar, é lindo, é como todo relacionamento deve ser.
 Liv segue fazendo consultas esporádicas por telefone com o médico de sua irmã, um psiquiatra/psicólogo/ amigo descolado que sempre tem as palavras certas e a guia pelo melhor caminho. Tudo é amor, mas antes de qualquer coisa é companheirismo, lealdade, respeito.
 O caminho traçado pela autora é incrível, Liv precisa se livrar de seus demônios, descobrir o que realmente quer de sua vida, Ash precisa de ajuda mas imagina que está sozinho.

 Uma história sobre relacionamentos abusivos, amor e lealdade, companheirismo e uma dose maravilhosa de bom humor.


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