RESENHA Por lugares incríveis

terça-feira, 4 de setembro de 2018
Título: Por Lugares Incríveis
Autora: Jennifer Niven
Editora: Seguinte
Nº de Páginas: 336
Sinopse: "Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família. Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los."


            Essa resenha faz parte do PROJETO SETEMBRO AMARELO e terá SPOILER

Oi pessoal, aqui é a Isa, vocês não sabem o tamanho da minha alegria por poder escrever uma resenha sobre um dos meus livros favoritos no mundo todinho. Quero começar dizendo que amo Jennifer Niven, ela mandou super bem em Por lugares incríveis e é muito atenciosa com os fãs que querem saber mais sobre o livro ou sobre a estória real a respeito dele. Para quem não sabe, Por lugares incríveis é baseado em um a experiência real da vida da Jennifer, no passado ela amou um garoto como o Finch e seu fim foi exatamente como o do personagem.
Quando você vê essa capa fofa e tudo mais o que você pensa? “Nossa, esse livro deve ser muito doce.” “Deve ser uma história bem tranquila” se você pensou essas duas coisas você está certx e erradx, pois este livro é lindo e fofo, mas ao mesmo tempo vai deixar seu coração no chão e sua vida sem sentido pois o final é arrebatador.
Desde já deixo explicito que TERÁ SPOILER, pois no mês de prevenção ao suicídio eu não posso deixar de falar até o final sobre este livro.
Então vamos lá, Violet Markey e Theodore Finch se conhecem em um momento muito crítico de suas vidas, ambos estão no topo da torre do colégio em que estudam prestes a pular, porém quando Finch chega na torre ele vê Violet, desiste de se matar e salva a vida dela. No decorrer do livro Finch e Violet vão se conhecendo e também os lugares incríveis de Indiana, para um trabalho de escola. Mas esse trabalho se torna muito mais do que isso, vem a ser uma válvula de escape para ambos.
Ambos os personagens tem problemas psicológicos e familiares, Violet perdeu a irmã mais velha em um acidente de carro do qual ela se culpa profundamente e Finch tem depressão e distúrbio bipolar além de vários problemas familiares. Ao mesmo tempo que se conhecerem foi de grande ajuda pra ambos, o final não é o esperado.
Com a visita a todos esses lugares incríveis e com a companhia um do outro eles descobrem os prazeres da vida, cada um a sua maneira. Mas seriam os lugares incríveis suficientes para toda uma vida? Depois de sofrer vários episódios de bullying no colégio e negligencia por parte da família, Theodore Finch decide se suicidar e dar um fim a toda sua dor, deixando muitas perguntas como: Por quê? Eu não fui o suficiente? Por que ele faria isso? Ele não tem pena da família e dos amigos?
Sendo o suícido um ato subjetivo é difícil dizer: “Ele se matou por causa disso, isso e aquilo”, ninguém nunca saberá o motivo pelo qual alguém se mata (a não ser que a pessoa deixe um bilhete), mas o intuito deste projeto não é defender o suicídio e sim alertar sobre ele, mesmo sendo um tabu na sociedade em que vivemos é algo que acontece constantemente e que devemos dedicar um tempo de nossas vidas para esse assunto.
O que me deixa muito indignada em casos de suicídio é o quanto as pessoas podem ser hipócritas, elas choram, tentam entender o porquê, fazem memoriais, colocam a pessoa em um pedestal dizendo o quanto ele era especial para todos, mas quando a pessoa estava viva e dá CLAROS sinais que precisava de ajuda NINGUÉM foi ajudar, NINGUÉM perguntou “ Eai, Finch? Você está bem?”, NINGUÉM se importou quando ele sumiu porque “ele sempre some e depois volta”. O que eu quero dizer com tudo isso é que nos sempre podemos fazer alguma coisa a respeito, mas as vezes estamos ocupados demais olhando só para nossa vida, com nossa visão limitada que não vemos a pessoa do nosso lado mergulhando na escuridão profunda da depressão e quando nos damos conta já não temos mais a chance de ajudar, pois quando tivemos a chance fechamos os olhos e fingimos que não estávamos vendo, para que logo depois a morte da pessoa nós possamos construir memoriais e chorar por aquela pessoa, mas tudo isso não é em memória de quem se matou é para amenizar nossa própria culpa.
Eu escrevi essa resenha com um pouquinho (talvez bastante) de raiva e chorando porque o que descrevi anteriormente é o que acontece com Finch depois que ele morre, todas as pessoas que o chamaram de aberração e praticaram bullying com ele estavam fazendo um memorial para ele e indo ao funeral, os pais recebendo os “meus sentimentos” de todos, levando em conta que quando Finch estava vivo nenhum deles se preocupou em, no mínimo, ir no quarto dele para vê-lo, pois se tivessem ido teriam percebido que todos os moveis tinham sumido e que ele estava dormindo no closet, se eles tivessem só parado de pensar em si próprios e percebido o quão afundado na depressão e na bipolaridade Finch estava, talvez o final poderia ter sido diferente.
Isso tudo que eu disse não é para colocar a culpa em fulano ou em ciclano, mas sim para dizer: preste atenção na pessoa ao seu lado, preste atenção em você mesmo, sua vida é muito importante e você tem um futuro brilhante pela frente, mesmo que não pareça, assim como Finch tinha. Se você sente que não está conseguindo levar a vida e que tudo está pesando, não sinta vergonha ou medo de pedir ajuda!


“Imagino como deve ser andar na rua, confiante e calmo, sentindo-se bem consigo mesmo, e simplesmente se misturar. Sem que ninguém se afaste, ninguém encare, ninguém espere ou imagine qual será a próxima maluquice que você vai fazer.”






21 comentários:

Ana Caroline disse...

Olá!

Peguei um spoiler, mas acho que até a realização da leitura do livro eu possa ter esquecido, ahahah.
Suicídio e depressão são temas muito pesados e complicados, só que tem ou já passou sabe como é, o problema são as pessoas que não entendem o quanto doloroso pode ser ter depressão e pensar em suicídio a todo tempo. Infelizmente é uma doença que não tem cura, mas você tem que aprender a lidar com ela!

Pamela Carolina disse...

Olá, gostei da resenha e também gostei da autora ter escrito um livro sobre um assunto que infelizmente continua sendo um tabu na sociedade, pela resenha deu para perceber que a autora escreveu de uma maneira fácil de ser entendida, eu ainda não li esse livro, mas irei procurar para ler assim que possível. Parabéns pela resenha

Karini Couto disse...

Tudo bem? Li esse livro assim que lançou e me dei conta que não o resenhei.. Eu adorei a história. Gosto muito da escrita Jenniver e ela consegue passar para o leitor todas as emoções descritas nas páginas.
Eu já dei esse livro de presente para umas 5 pessoas .. rsrs

Adorei sua resenha.

Beijos.

www.alempaginas.com

Bianca Ribeiro disse...

Oi moça!!!
Sou adm de grupos de leitura coletiva (11, se não me engano) e no mês passado esse livro ganhou a votação no grupo de romance! O debate rendeu muito, mas ultimamente eu não consigo ler romance, sempre fico entediada e a leitura fica arrastada. Porque será né?

Bom, parabéns pela resenha, adorei!
Sucesso!

Carolina Trigo disse...

Oi!
Acho muito importante esses livros que discutam o suicídio e assuntos paralelos, e que estejamos conversando mais sobre esses assuntos. Por isso, sempre procuro livros assim para ler, e já tive boas e más leituras, e infelizmente essa não foi uma que gostei.
Fui ler esse livro cheia de expectativa e acabei me decepcionando bastante. Não gostei dos personagens e nem da construção do enredo.
Agora, sobre o que você comenta no final de prestarmos mais atenção nas pessoas ao nosso redor. Também acho que muitas vezes pensamos mais na gente do que nos outros, mas muitas vezes é difícil perceber no buraco que ela está entrando. Eu sei, porque tenho uma amiga muito próxima a mim, que um tempo atrás começou a entrar na depressão e mesmo eu conversando todo dia com ela, sobre todos os diversos assuntos - desde as coisas do dia-a-dia como dos nossos problemas, eu não percebi que ela estava mal. Me sinto um pouco culpada até hoje, mas muitas vezes não fica na cara. Acho que na história, os pais tenham um pouco de culpa, mas é um assunto e um problema muito difícil de se tratar e o que podemos fazer, além de prestarmos mais atenção nos outros, é falarmos mais sobre o assunto e deixar de ser um tabu.
Bjss

https://umolhardeestrangeiro.blogspot.com/

Aline M. Oliveira disse...

Oi Day! Me lembro que li uma resenha deste livro muito tempo atrás e fiquei encantada com a história.. Lembro que fiquei pensando muito tempo, como uma pessoa que já havia desistido seria capaz de ajudar outra no caminho da desistência.. E comprei, e li, e foi um baque.. Além do tema que é tabu, que não se fala, como se fosse uma maldição ou sei lá o que, tem a questão de como a pessoa chega nesse ponto, e ninguém quase nunca vê, e que pode ser com qualquer um, desde o cara que ninguém nota, ou a garota mais popular, que aparentemente tem de tudo.. É um livro que com certeza tá guardadinho no meu coração.. Obrigada pela linda resenha!

Bjoxx ~ www.stalker-literaria.com ♥

Beatriz Andrade disse...

Faz tempo que eu quero ler esse livro, mas eu não fazia ideia de que o conteúdo dele é tão intenso assim e gostei de você ter falado sobre cada detalhe, não me importei com os spoilers, pelo contrário, fiquei ainda mais interessada.
Esse assunto é pouco falado, mas é preciso ser discutido para alertar e prevenir mesmo e não só aos que estão passando por situações parecidas, mas aos familiares e amigos também, que muitas vezes não percebem ou se percebem acham que pode ser só uma fase.

Alice Duarte disse...

Oiii Day

é bem assim mesmo na grande maioria das vezes, quando a pessoa está viva é tudo frescura, ninguém tem "tempo" pra dar suficiente apoio e as pessoas paracem não entender. Depois que morre aí é aquela choradeira e todo mundo se lamentando, em parte é hipocrisia e em parte acho que as pessoas realmente não entendem bem mesmo a situação. Te digo isso porque passei pela situação com a minha mãe. Ela tem depressão severa e te juro, é bem dificil entender algumas atitudes dela, e quando eu era pequena, apenas criança, foi duro ver certas coisas, tinha horas em que parecia que ela sentia raiva sabe e atacava a gente com palavras e doía demais, então acho que por isso tb às vezes é dificil a gente enxergar a pessoa vítima, porque há momentos que são delicados, e os pontos de vista são vários.
Eu quero ler esse livro, parece profundo, intenso, faz a gente sentir várias emoções e acho isso necessário em livros do gênero, está na minha lista faz um tempo, vamos ver quando vou ler.

Beijos

www.derepentenoultimolivro.com

Paraíso Literário disse...

Oi Day!

Tudo bem? Então, EU SOU LOUCA PRA LER ESSE LIVRO desde que ele foi lançado pela Seguinte, mas acabo sempre priorizando outras coisas da estante.

Realmente é um tema bem complicado o suicídio e todo transtorno mental que o antecede, então acho que as pessoas que praticam bullying precisam aprender a sentir empatia, a se colocar no lugar do outro e tentar sentir como aquilo poderia feri-lo se fosse o contrário, sabe? Realmente precisamos prestar mais atenção às pessoas ao nosso reder e saber diferenciar um "tudo bem" sincero e um que não é.

Beijinhos - Jessie
www.paraisoliterario.com

Motivação Literária disse...

Olá, acredito ter sido uma leitura difícil, porém necessária, é através dessas obras que enxergamos o mundo com outros olhos, nos abrimos, nos tornamos mais receptivos as pessoas, eu neste exato momento estou passando uma fase muito difícil e sinto que a humanização entre as pessoas esta cada vez mais desaparecendo, em um mês de prevenção ao suicídio acho importante e fundamental resenhas e dicas de leituras como esta que vocês nos proporcionou, gratidão por isso!

Aline Coelho disse...

Todos elogiam esse livro, dizem que o leitor sai mais amadurecido após lê-lo.
Temas assim são importantes para chamar atenção, fazer as pessoas pensarem qual o seu papel no mundo e seu poder de ajudar aqueles que estão ao seu lado. Enfim foi ótimo conferir suas impressões. Ainda não li, mas estou pensando em ler em breve. Valeu pela dica.

D e s s a disse...

Eu adorei esse livro, ele é muito profundo e emocionante. Eu não queria acreditar que ele tinha se suicidado, eu fiquei muito triste pela garota e seus pensamentos de que não foi suficiente para fazer ele querer viver. Que história mais triste e impactante, esse livro me quebrou completamente. :(
beijos

Bruna Costabeber disse...

Olá!
Estou com esse livro em casa para ler, então, fiquei com medo de ler sua resenha.
Eu acho que o tema suicídio precisa ser discutido e que nunca podemos dizer que as atitudes que tomamos não podem mudar a vida das outras pessoas e culminar no suicídio.
Vou ler o livro e voltar para ler seu post.
Beijos

Mara Santos disse...

Oiii, confesso que li sua resenha só até uma parte, apesar de saber da temática tratada, não li o livro ainda e fiquei com muito medo de pegar algum spoiler muito gigante rsrsrs Mas estou bem ansiosa para ler ele, acho que saber que ele traz lições a partir de uma situação triste faz com que ele cumpra um papel importante!

Luna disse...

Olá, Isa!

Eu fiquei em dúvida se leria a resenha toda ou não por medo do spoiler, mas acabei lendo.rs E agora estou chorando. Nem sei o que dizer. Eu compreendo muito as pessoas que se suicidam. Como você disse não apoiamos o suicídio, mas enxergarmos o ser humano que estava tomado pela dor e não recebeu a ajuda que precisava. Que de muitas maneiras gritou por socorro, mas não foi ouvido. Ninguém olhou. Ninguém procurou saber o que se passava e como aliviar o seu sofrimento. O ser humano está cada vez mais egoísta, olhando apenas para o próprio umbigo. Veem uma mulher apanhando na rua e fingem que não viram. Veem uma criança andando sozinha pela estranha e não fazem nada. Veem o familiar ou o amigo mostrando claramente que algo está errado, mas continua concentrado na droga da própria vida ou fofocando sobre coisas inúteis ou falando de política apenas para poder criar inimizade com outros por nada. As pessoas deixaram de se importar. E por coisas assim que muita gente se suicida. Porque dá todos os sinais de que necessita de apoio, de ajuda, de socorro, mas quem está ao seu lado não vê ou não se importa.

Sempre que vejo uma notícia de suicídio a primeira coisa que penso é se alguém não acabou por levar aquela pessoa a fazer algo tão doloroso. Sempre tem um motivo e na maioria das vezes eu acredito que não é uma questão psicológica. O ser humano sabe bem como machucar o outro. Até mesmo pais, com seus comportamentos, podem levar os filhos a cometerem suicídio. Mas eles se vitimizam, como se fossem eles os que mereciam ser consolados. Imagino de quantas maneiras diferentes os pais do Theodore não contribuíram para a morte dele. É algo inaceitável!

Maria Luíza Lelis disse...

Oi, tudo bem?
Eu li esse livro há uns dois anos e foi uma leitura que acabou comigo. Fiquei pensando nele mais de um mês depois que havia terminado, pois a leitura realmente me abalou. Mas não posso dizer que não gostei. Achei que o assunto foi abordado com muita responsabilidade pela autora e considero muito importante as reflexões que ela trouxe. Não apenas de colocar o dedo na ferida e mostrar que muitas vezes a pessoa dá claros sinais de que não está bem e quem está em volta finge que não viu, mas também de mostrar que o amor não é uma cura. Ela poderia ter ido por um caminho fácil e colocar que o amor da Violet iria salvá-lo e dar um sentido para a vida dele, mas foi um um caminho mais realista e mostrou que, por mais que ele amasse a Violet e fosse correspondido, ele precisava de mais. No caso dele, faltou o apoio de uma pessoa adulta que poderia levá-lo para ajuda especializada e dar o suporte que ele necessitava. É um livro muito importante, por mais que a leitura seja dolorosa.
Adorei sua resenha e acho que você trouxe uma ótima indicação.
Beijos!

Ana Caroline Santos disse...

Olá, tudo bem? Achei bacana a sua participação do projeto, e trazer o debate deste livro. Conheço ele por alto, mas já tinha grandes noções do seu conteúdo e do que acontece em boa parte da trama. Achei ele bem realista, mas confesso que não sei se teria emoções suficiente em lê-lo sem me acabar. É um assunto bem delicado para mim, por isso sei a importância também, no entanto é algo ainda que me é complicado de digerir. Sua resenha está maravilhosa e com certeza instigará vários leitores a levantar o alerto sobre este tema!
Adorei!
Beijos,
http://diariasleituras.blogspot.com.br

cris disse...

Oi Isa tudo bem? Meus parabéns pela iniciativa sobre escrever resenhas referentes a suicídios, pois para muitos é um tabu, não dão importância a outros só olham para si mesmo, essa abordagem sobre esse tema é polêmico, acontece perto da gente e as vezes nem percebemos, muito obrigado pela dica. Agora falando sobre o livro, eu pensei que apesar de encontrar uma amiga com dificuldades, Finch ia conseguir se salvar, fiquei triste com esse final, não conhecia a autora, mas estou anotando para procurar depois. Parabéns pela resenha me passou muitas emoção e também um sentimento de impotência, pois sempre quero um final feliz e não tão trágico,bjs!

Ps Amo Leitura disse...

Olá.

Adorei a intensidade da sua resenha. Já li esse livro, mas acho que não consegui aproveitar todas as sensações que ele é capaz de proporcionar. Confesso que após ler sua resenha estou completamente morrendo de vontade de reler esse livro. Ele tem muito para ensinar, muito mesmo!

Beijos,
www.psamoleitura.com

Jennifer Silva disse...

Ai, meu Deus, que livro é esseee?! Eu sabia muito pouco sobre a escrita da Jennifer e sobre essa obra mas agora fiquei mega curiosa para conferir. Eu sabia que a história falava sobre suicídio , mas não sabia que ele faria isso depois de ter conhecido a Violet. A sua resenha está incrível, gostei de saber a sua opinião sobre o assunto também. Dica anotada, bjss!

Book Obsession disse...

Olá!
Eu tenho esse livro e caramba, sempre foi uma leitura que mexeu comigo. Eu gosto muito desse tipo de abordagem, trazendo os dramas dos personagens e lembro que me senti com muita raiva vendo as pessoas se prestando a esse papel, na verdade em todas as leituras que faço e vejo esse tipo de situação me pego pensando em porque das pessoas não ajudarem as outras antes que o pior aconteça.
Adorei poder relembrar dessa leitura principalmente por se tratar de um mês tão importante e espero que muitas pessoas peguem essa dica de leitura.
Beijos!

Camila de Moraes

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